O Projeto

Toda cidade guarda sua linguagem, suas trocas, seus valores, seus esquemas perceptivos, suas prática - uma ordem empírica com a qual seus habitantes terá de lidar e nas quais se há de encontrar, construindo um espaço de identidade, similitudes, analogias e diferenças. No entanto a superfície lisa do tabuleiro de identidades é, no fundo, sempre rompido por um solo silencioso, indefinido e desordenado, que ao invés de separar e afastar, tornam possíveis os movimentos e transformações, criam sempre novas ligações. Aberturas onde o limite do nosso, nos indica com encanto o forasteiro de um novo pensamento.

Neste solo mudo o trabalho se funda, tendo como ponto de partida a oralidade sertaneja - a fala povoada por lendas e fábulas que, consubstanciadas com animais, explicam determinadas qualidades humanas. Estas fábulas evocam um modo de vida que tira da aridez da paisagem uma riqueza de imagens, assim, a boca paraibana do meu pai irrigou meu sertão, conjurando em suas histórias cotidianas mais ordinárias, insígnias e fabulosas sagas. Sabendo, eu, que na boca coexiste o possível e o impossível parto para a busca de registros sonoros de "causos" sertanejos, a fim de criar um espaço insólito de escuta, nem a verdade nem a mentira mas uma fala fabulosa, um exercício poético - na qual a interpretação teatral do contador, suas pausas, suspiros, entonações servirão como matéria visual.

"Fala dos Confins" é uma instalação sonora que nasce do diálogo com alguns poetas populares, romanceiros, contadores de causos, lendas e pessoas comuns que fazem do ato de falar um ato criativo. O projeto pretende tocar diretamente no repertório oral do povo sertanejo que habita o território da Bacia do Jacuípe, Sertão da Bahia, engloba as cidades de Pé de Serra, Nova Fátima, Riachão do Jacuípe, cidades próximas à Feira de Santana, Portal do Sertão, lugar onde nasci.

Estas cidades guardam a tradição oral, o gosto por contar histórias que fez de Zé Meota, Seu Zinho marido de Dona Loura, Zé Malverique figuras cativas da cidade de Riachão, personagens que me foram apresentados por Cleusa de Diude, também de Riachão, mulher de muitas memórias que me acompanhará na busca pela força performática da literatura da voz e pela a beleza das imagens que evoca.

RODRIGO | dezembro 28, 2011 às 19h47
ASSIM DEVERIA SER! ... Gostaria que a vida fosse um eterno natal de amor e de fraternidade entre os homens e que o espírito natalino se perpetuasse em cada coração e não houvesse mais egoísmo nem maldade, inveja nem orgulho, mas solidariedade, compreensão, amor e respeito, mútuos e verdadeiros! Gostaria que todos fôssemos sensíveis e amáveis, uns com os outros! Sinceros e não hipócritas! Humildes e não arrogantes! Singelos e não presunçosos! ... Gostaria, finalmente, que, em NÓS, o NATAL fosse, pura e simplesmente, uma bela canção de amor, inesgotável, persuasiva e permanente, a brotar do fundo da nossa alma e dos nossos corações durante todos os dias da nossa existência! ... Em suma: Gostaria que o NATAL dos meus sonhos, fosse, apenas, NATAL, essencialmente NATAL, sem marketing, exploração, ganância ou lucros! NATAL DO MENINO JESUS, somente! ... NATAL onde PAPAI-N0EL fosse apenas uma simples e vaga lembrança e não o centro das atenções para consumos perdulários e pueris!!! ... NATAL REFLEXÃO, MAIS QUE DIVERSÃO!!! NATAL ESPIRITUAL, MAIS QUE MATERIAL!!! NATAL de PAZ, AMOR E SUBLIMAÇÃO!!! NATAL DE TODOS OS DIAS!!! NATAL DE LUZES PERMANENTES, ENFEITANDO CORAÇÕES E ILUMINANDO CONSCIÊNCIAS!!! NATAL, simplesmente, NATAL!!! ... ASSIM DEVERIA SER!!! "Com essa mensagem de AMOR e de ESPERANÇA quero desejar a você, tio Orlando, Válbea e família, BOAS FESTAS E UM FELICÍSSIMO ANO NOVO, repleto de sonhos, amores, realizações e muita SAÚDE! Os projetos de vida, ideais, planos e desejos que, por alguma razão, não foram realizados em 2011, que tentem agora em 2012 com a mesma esperança, força e fé que lhes são tão peculiares e ... CONSEGUIRÃO!!! ... OTIMISMO, sempre!!! Boas festas, um grande abraço e um MARAVILHOSO ANO NOVO a todos!!!" Rodrigo e Carminha.
RODRIGO | junho 25, 2011 às 18h15
O que eu quero pra mim, desejo pros outros... E o que eu quero, claro, são coisas boas, positivas, simples, modestas sob o ponto de vista material, mas ricas, virtuosas, dígnas no campo dos sentimentos e da espiritualidade humana. Não quero pra mim, por exemplo, meras fantasias mirabolantes ou ilusões desconcertadas! Sonhos alienantes, jamais! O sonho, creio, tem que ser sonhado com certa dose de realismo onírico, com pés no chão, algum discernimento... depois, é só se deixar levar pela magia e pelo encantamento que todo sonho tem, vivê-lo e conquistá-lo se for o caso. Não se deve, porém, sonhar grandiosidades absurdas, fantasias megalômanas ou coisa que o valha. Sonhos assim não são sonhos. São engodos. Alucinação. Meras ilusões esquizofrênicas. O bom sonhador é aquele que sonha entre o real e o imaginário, entre o racional e o emocional, entre o equilíbrio e a instabilidade. Eu, por exemplo, sonho assim. Não sonho delírios. Sonho ideais. Sonho coisas alcançáveis, viabilidades, coisas pelas quais posso sonhar, lutar e realizar. SONHO SAÚDE, CONSCIÊNCIA LIMPA, AMOR, PAZ DE ESPÍRITO, SENSIBILIDADE, SABEDORIA, SOLIDARIEDADE HUMANA, HUMILDADE E RESPEITO. SONHO ouvir o canto dos pássaros, a cada manhã, a céu aberto, nos campos verdejantes... ver o sorriso puro e feliz em todas as crianças... a palavra amiga, o abraço, o aperto de mão, a solidariedade e o amor entre todos... SONHO, por exemplo, poder AMAR sem amarras nem hipocrisias... SORRIR LIVRE, VIVER A VIDA SEM INVEJAS OU SENTIMENTOS MESQUINHOS... DESFRUTÁ-LA, SENTI-LA, DOÁ-LA, sempre, em prol do AMOR, DA PAZ E DA PLENITUDE DO BEM... Em suma: SONHO, simplesmente, ser FELIZ e que todos também o sejam e da melhor forma possível!... Esses são os SONHOS que almejo, cultivo e trago em mim. Difíceis? SIM. Impossíveis? NÃO! Só Depende de nós. Outro sonho bom que eu gostaria imensamente de realizar seria a presença física e amorosa, junto a mim, da minha saudosa e inesquecível mãe que se foi. IMPOSSÍVEL!!! Então, prefiro sonhá-la, apenas, em forma de lembranças e de saudades. Assim sofro menos. Sonho é isso! Um abraço e bom São João a todos! Severino G. de Oliveira
RODRIGO | novembro 02, 2010 às 23h57
Meus amigos: li o texto do Fernando Veríssimo, "QUEM SOU EU?" Um texto filosoficamente(rs) irônico e objetivo, além de muito pertinente e realista. Nele o olhar crítico e jocoso do autor se fazem presentes, haja vista as diversas formas depreciativas de relacionamento com as quais tratamos e somos tratados também pela atual conjuntura social e capitalista em que vivemos hoje em nosso país... Muito bom. rs. Sobre ele eu diria apenas: "SE PENSO, LOGO EXISTO." Descartes. Mas, o que sou? Quem eu sou?... Um ser apenas que pensa e as vezes nem tanto, que é movido a sentimentos e emoções, falhas e contradições, verdades e mentiras? ... Um rótulo, uma imagem, um pensamento que transmito, uma idéia apenas, um simples conceito, uma teoria, traduzidos pelos outros como essência de mim, ou um mero estranho de si mesmo, um livro aberto, com ou sem palavras, onde todos querem ler e traduzir uma verdade que lhes seja conveniente, uma descrição hipócrita de "QUEM É QUEM" quando, verdadeiramente, ninguém conhece ninguém, porque ninguém conhece a si mesmo? ... Afinal, O QUE SOU? ... QUEM SOU EU? ... Um abraço a todos!
daniel de andrade simões | setembro 18, 2010 às 14h03
Não sei qual a razão mas quando ouço este som me bate uma saude grande e não sei porque... Seria do meu sertão ? De Rio Real Bahia terra em que nasci ? ... Alguma coisa tem a ver com cajueiros ... www.saitica.blogspot.com
RODRIGO | junho 16, 2010 às 13h47
Essa semana assisti a um vídeo emocionannte, que me mandaram por e-mail, em que uma criança está sentada no chão da sala da sua casa, assistindo televisão, compenetrada e profundamente envolvida com o que está vendo na telinha da TV. De tal modo que nem se dá conta que o seu cãozinho de estimação está ali, lhe solicitando atenção, carinho, querendo brincar, etc... Em vão, o cachorrinho carente faz várias tentativas para atrair a atenção do garoto e nada. Levanta as patinhas, pula, dá voltas ao redor do menino, faz piruetas... De olhos grudados na TV, continua o menino, impassível, indiferente, absorto. Finalmente o caozinho se cansa e desanima, pega a sua maletinha, põe o pente e o osso dentro, fecha, olha pela última vez a foto do menino que está sobre o móvel da casa, se despede e, tristemente, vai embora. Ele ali, diante da TV, estático, distante, indiferente ao que acontece ao redor. Ao ver essa cena do vídeo, percebi, através daquela criança, que nós, muitas vezes, também, agimos assim: ficamos indiferentes, presos diante da TV, mudos, paralizados, sem interagir com as pessoas. Prova cabal de que as nossas relações estão se deteriorando. A cena que eu assisti do vídeo traduz bem esse processo de robotização a que estamos alcançando, por conta da televisão, internet e outros meios eletrônicos. Quem ainda não está contaminado por esse processo de frieza e indiferença emocional, sente e se emociona, como eu me emocionei, com a cena que assisti e sobre a qual relatei acima ... A TV muitas vezes nos robotiza e nos faz esquecer o que de mais importante e fundamental temos dentro e diante de nós e que, lamentavelmente, estamos, pouco a pouco, relegando a terceiro plano, que são: os sentimentos, as emoções, as necessidades de diálogo, companheirismo, amor e afeto. A televisão, em grande parte, é a responsável por tudo isso. E o que é ainda pior: nem nos damos conta! Muitas vezes a cena de uma novela vale muito mais do que saber o que se passa com o outro ou o que ele está sentindo ... Nos concentramos demais nas novelas e esquecemos de conviver! Nos ROBOTIZAMOS! Nos distanciamos do diálogo e da convivência, sobretudo familiar! Na medida em que vamos deixando de lado qualidades humanas tão importantes e fundamentais como as acima citadas, vamos nos transformando, aos poucos, diante das nossas TVs, quer de PLASMA, LCD, TRÊS D, ANALÓGICA, DIGITAL, em meros robozinhos controlados e dirigidos por esses monstrinhos eletrônicos, mesmo dispondo em nossas mãos dos práticos e requintados controles-remotos. Lamentável. A cena do vídeo disse-me tudo!
Walkiria Oliveira | maio 27, 2010 às 11h56
Virginia, adorei seu trabalho! Publiquei uma nota no ARTEUM - Canal Müsica. Instalação sonora "Fala dos Confins" está em São Paulo http://bit.ly/a0NHcm
RODRIGO | maio 09, 2010 às 13h37
Ao contrário do nosso caminhar pela vida, a dinâmica do tempo é contínua e perene e diante dele somos todos efêmeros e renitentes viajantes que insistem na procura da imortalidade, movidos por ilusões, quimeras e esperanças vãs. Mas que tolice! A VIDA SÓ FAZ SENTIDO PORQUE SE RENOVA E SE TRANSFORMA A CADA DIA ATRAVÉS DA INTERVENIÊNCIA DA MORTE! E nesse persistente caminhar, díficil e árduo, a cada passo, nos deparamos com um novo desafio. E em cada desafio uma razão a mais para prosseguirmos na caminhada. Rodrigo."
RODRIGO | maio 09, 2010 às 10h32
Meu Deus, como é lamentável constatar tanta maldade, tanto ódio, tanta ira derramada contra a integridade corpórea e psicológica de uma criança indefesa! Quanta violência e covardia a dessa mãe adotiva, que apesar de influente e bem posicionada, tanto na vida quanto na carreira do judiciário, não é capaz, sequer, de entender, na sua essência, o verdadeiro significado da palavra MÃE. Ninguém imaginaria, amigos, que uma Procuradora de Justiça fosse capaz de tantas aberrações como as que observamos perante essa criança que ela adotou! ADOÇÃO para esse tipo de gente, meus caros, é sinônimo de doação, propriedade, titularidade, posse ou coisa que o valha. Triste engano! Adoção é coisa bastante séria, o que essa Procuradora evidentemente não é. Engraçado, as Leis desse país nos procedimentos de adoção são tão criteriosas, rígidas, burocráticas, e, no entanto, tal rigor, ao que parece, não foi observado, como deveria, em relação a essa senhora, talvez por conta da sua relevante condição social e funcional. E veja no que deu! ... Uma desalmada, desajustada, agressiva e incapaz até de tomar conta de si mesma, imagine tomar conta de uma criança. Lamentável. Não é porque a pessoa tem um título universitário ou exerce funções importantes na sociedade, que pode ter privilégio ou facilidades no campo da ADOÇÃO. Não é por aí... Há que se observar, necessariamente, outros fatores que não só o status social. Esperamos, pelo menos, se não é pedir muito, que essa Procuradora agora pague pelo mal que cometeu, de acordo com a Lei, pelas atrocidades físicas e psicológicas que praticou contra a infeliz criança, que talvez agora vai ter que viver, até o fim dos seus dias, com sérios problemas de ordem afetiva e emocional. Para se adotar, antes de qualquer coisa, faz-se necessário, independemente dos títulos ou da importância social que venha ter o adotante, ANALISAR, sobretudo, o caráter e o ser humano que ele é. E essa Procuradora, com certeza, meus amigos, é um péssimo ser humano! ... Feliz dia das mães! Fonte de amor e abenegação, de fé, esperança e PAZ! Para àqueles, cujas mães já se foram, a exemplo da minha, resta-nos, apenas, uma suave e doce lembrança dos momentos desfrutados em vida, lembranças estas, aliás, nunca desesperadoras nem tristes, mas traduzidas intimamente numa prece inabalável de fé e resignação, arraigada na certeza firme de que um dia, finalmente, nos reencontraremos e estaremos juntos pra sempre em outra dimensão! Um grande abraço e um feliz dia, agora e sempre, a todas as MÃES! Rodrigo.
RODRIGO | maio 08, 2010 às 23h56
Gina, seu BLOG está simplesmente maravilhoso! Regionalismo Puro, cheio de poesia, cantos e contos sertanejos! Ora riahos secos plantados na aridez das caatingas, ora rios caudalosos, chuvas das invernadas, fertilizando o chão, donde se exala o cheiro doce e bom da terra molhada! Parabéns, Gina, pela sensibilidade e, sobretudo, pelos mananciais de águas correntes e puras, bem como pela admirável riqueza de detalhes com que você apresenta da nossa cultura regionalista, cujas nascentes brotam das longitudes e dos confins dos nossos sertões, onde em tudo há simplicidade e poesia, até no sofrimento das suas gentes. Parabéns! Rodrigo.
Belcson Henrique de Gavião | maio 02, 2010 às 09h55
Esse trabalho me deixou cheio de orgulho, é gratificante ver o nome da minha terra falado com tanta ênfase por pessoas de grande expressão cultural. Parabéns Célia pela iniciativa e sugiro a Virgínia que venha novamente a Gavião para junto com Berlindo (Músico, poeta e historiador) falarmos de outras expressões culturais da cidade como o Reizado, o Samba de roda, a piega, a chula, o digitoro, o boi robado. "O sertanejo vive em todas as partes do mundo, mas ama sua terra e para ela um dia vai voltar. Porque é muito bonito tomar bença aos mais velhos, se molhar no orvário da caatinga, pegar jegue na roça, beber leite no curral, tanger o gado, ter os cachorros Marinheiro, Capricho, Segredo, e Chulinha como companheiros para atravessar a caatinga a pé sem temer assaltos ou outro tipo qualquer de violência. Espero que esses tipos de trabalho desenvolvidos por você contribua para os mais jovens curtirem também essa cultura tão rica.
lucelia | abril 30, 2010 às 09h41
Virginia, esse projeto precisa continuar e assim contar tantas e divertidas historias e mostrar a identidade do nosso povo
RODRIGO | abril 03, 2010 às 21h29
"VERSOS TRISTES" VEJO PELOS VITRAIS DA JANELA QUE O TEMPO PASSOU, QUE A VIDA SE FOI, QUE TUDO É SILÊNCIO E QUE AS FLORES MURCHARAM E AS ESPERANÇAS DE VIDA FORAM FERIDAS DE MORTE! O QUE ERA ANTES ENTUSIASMO, MOTIVAÇÃO E ALEGRIA, HOJE É TRISTEZA, DESANIMAÇÃO E NOSTALGIA... OS SONHOS, AS ALEGRIAS E A VONTADE DE VIVER ENFIM, OS PERCALÇOS DA EXISTÊNCIA, SEM CLEMÊNCIA, OS ROUBOU DE MIM!... Rodrigo
RODRIGO | abril 02, 2010 às 11h11
HUMILDADE, FIRMEZA, SOLIDARIEDADE E RESPEITO. Princípios basilares para um viver mais feliz e menos conflituoso. A harmonia interior e a paz espiritual são elementos tão indispensáveis quanto necessários para um viver mais saudável e equilibrado. E o caminho para se atingir a esses fins é àquele que todos nós já conhecemos e sobre os quais não meditamos e por isso mesmo não praticamos: O DESPREENDIMENTO, A HUMILDADE, A TOLERÂNCIA, O RESPEITO E A SOLIDARIEDADE CRISTÃ. Sem esses princípios não há porque se falar em uma vida com AMOR, BEM-ESTAR ESPIRITUAL e FELICIDADE. Não tem como! Portanto, nesta sexta-feira Santa, reflitamos sobre os ensinamentos DAQUELE que nos amou e nos ama verdadeiramente a ponto de ter dado a própria VIDA em sacrifício por todos nós: JESUS! REFLITAMOS e vejamos o quanto somos banais e triviais, pueris e superficiais, quando levamos em consideração nas nossas vidas apenas coisas fúteis ou mesquinhas, VAIDADE, ORGULHO, EGOÍSMO... quando na verdade esquecemos do principal, do fundamental para uma existência mais dígna e mais plena, calcada no AMOR, no DESPREENDIMENTO, no RESPEITO e na SOLIDARIEDADE CRISTÃ. Reflitamos, pois, sobre isso! FELIZ PÁSCOA a você, GINA, aos seus familiares e a todos deste conceituado BLOG cultural.
RODRIGO | março 27, 2010 às 18h45
Eu creio, firmemente, no ser humano que pratica as boas atitudes na vida e que, quando erra, humildemente reconhece que errou, pede desculpas e procura não repetir o erro. Eu creio firmemente nas pessoas bem intencionadas, que não tramam, que não se escondem por trás da mentira e da covardia, mas que primam pela dignidade e o respeito, sempre, e não se deixam levar pela inveja nem pelo egoísmo insano. Creio, e como creio, em pessoas assim: verdadeiras, determinadas, objetivas, sem simulacros, sinceras e humanas. Porém, não creio, infelizmente, em pessoas sem firmeza, sem caráter, sem dignidade e sem brios, periculosas e malígnas, dissimuladas e mesquinhas. Nessas pessoas, infelizmente, eu NÃO ACREDITO. Ainda bem que elas não são maioria. Quando presencio as atitudes condenáveis dessas pessoas, logo me pergunto indignado: será que em tudo na vida os fins justificam os meios? Será? Será que a mentira e a disfarçatez compensam a falta de hombridade e de princípios? Será? Claro que NÃO! E ontem tivemos a prova disso. Os Srs. jurados, mais uma vez, como grande JUIZ que é, soube separar, com certeza, o joio do trigo. E não precisou de muito esforço para tal. Bastou comparar, analisar, ver o comportamento frio e calculista do casal NARDONI, a falta de caráter, a personalidade criminosa e psicopática de que são detentores para concluirem quem, de fato, merecia ou não ser absolvido. O histórico do crime está aí pra quem quiser ver: é real, é palpável e só se engana quem quer. Quem quiser tirar as suas conclusões acerca da decisão de ontem, basta, como eu disse, analisar os fatos, ver as provas periciais, comparar os depoimentos absurdos e contraditórios dos acusados e se chegará tranquilamente a mesma conclusão a que o corpo de jurados da Justiça paulista chegou ao condenar ontem o casal psicopata a mais de 25 anos de reclusão pelo crime cometido. PARABÉNS PELA DECISÃO! MAIS UMA VEZ SE FAZ JUSTIÇA NESSE PAÍS!
RODRIGO | março 27, 2010 às 15h51
Eu creio, firmemente, no ser humano que pratica as boas atitudes na vida e que, quando erra, humildemente reconhece que errou, pede desculpas e procura não repetir o erro. Eu creio firmemente nas pessoas bem intencionadas, que não tramam, que não se escondem por trás da mentira e da covardia, mas que primam pela dignidade e o respeito, sempre, e não se deixam levar pela inveja nem pelo egoísmo insano. Creio, e como creio, em pessoas assim: verdadeiras, determinadas, objetivas, sem simulacros, sinceras e humanas. Porém, não creio, infelizmente, em pessoas sem firmeza, sem caráter, sem dignidade e sem brios, periculosas e malígnas, dissimuladas e mesquinhas. Nessas pessoas, infelizmente, eu NÃO CREIO. Ainda bem que elas não são maioria. Quando presencio atitudes condenáveis de pessoas assim, logo me pergunto indignado: será que em tudo na vida os fins justificam os meios? Será? Será que a mentira e a disfarçatez compensam a falta de hombridade e de princípios? Será? Claro que NÃO! E hoje vamos ter a prova disso. Os Srs. jurados, mais uma vez, como grande JUIZ que é, saberá separar, com certeza, o joio do trigo. E não precisará de muito esforço para tal. Basta comparar, analisar, ver o comportamento frio e calculista do casal NARDONI, a falta de caráter, a personalidade criminosa e psicopática de que são detentores e se verá, de fato, quem merece ou não ser absolvido pelo corpo de jurados. O histórico do crime está aí pra quem quiser ver: é real, é palpável e só se engana quem quer. Para se tirar as conclusões desse horroroso crime, basta, como eu disse, analisar os fatos, ver provas periciais, comparar os depoimentos absurdos e contraditórios dos acusados e se chegará tranquilamente a mesma conclusão a que o corpo de jurados da Justiça paulista chegou ao condenar ontem o casal psicopata a mais de 25 anos de reclusão pelo crime cometido. PARABÉNS PELA DECISÃO! FINALMENTE SE FEZ JUSTIÇA NESSE PAÍS!
RODRIGO | março 20, 2010 às 19h16
Os SERTÕES da bagaceira, do cangaço, das lutas por justiça social, do fanatismo, das crenças religiosas, das secas e das invernadas também... Os SERTÕES das religiosidades fervorosas e das contradições desconcertantes, dos contos, dos cantos e encantos, ingênuos e puros... Os SERTÕES do deixa está pra ver como é que fica, do conformismo centenário... Os SERTÕES das dores e horrores da fome que a seca traz... Os SERTÕES das chuvas torrenciais, das plantações e das colheitas abundantes... Os SERTÕES dos intinerantes fugindo das estiagens... Os SERTÕES da passividade política e da consciência crítica que ainda não despertou... Os SERTÕES do apesar de tudo, dos mistérios e das assombrações que rondam o imaginário do seu povo... Os SERTÕES de ontem, de hoje e de amanhã... Os SERTÕES que são e sempre serão... SERTÕES!!! SERTÕES!!! SERTÕES!!! Até quando? ...
Virginia de Medeiros 02.abr 12:03 - Contradições palavra que soa bem aos meus ouvidos, traduz a complexidade da natureza humana. "Conversava, sim, saído de claros segredos, dizia coisas sem maior importância, e estudava-se em sua pessoa uma espécie de influição, que era benevolência e gravidade. - "Papai não dá liberdade a ninguém, nem tira..." - Maria da Gloria explicava." Noites do Sertão, João Guimarães Rosa.
Tâmara Passos. | março 20, 2010 às 15h16
Olá amei este projeto,seria tão bom ,se todos dessem oportunidade as coisas boas e raras da vida! Pois para mim estes contadores de histórias, de versos, de piadas, de poesia...são obras raras de se encontrar! E vamos espalhar o site para que todos vejam. Valeu!!!!!!!!!!!
Virginia de Medeiros 02.abr 12:05 - Tâmara sim são preciosidade, vi de perto a riqueza da fala fecunda que fertiliza nossa cultura. Foi pouquinho tempo que passei, muito pouco para chegar onde eu queria. Mas fica a vontade de ir mais fundo. Vou me movimentar e espero um tempo voltar. "A vida não dá certeza/ Pois tudo se movimenta/ Cada dia representa/ A chance de uma surpresa/ Até mesmo a natureza/ Se altera a cada segundo/ O tempo é ventre fecundo/ Aonde tudo é gerado/ Se o tempo fosse parado nada existia no mundo." Siba
RODRIGO | março 19, 2010 às 23h35
A FELICIDADE Há pessoas que por mais que sofram, que lutem, que se stressem nem por isso desistem de ser felizes: SONHAM! Outras, porém, nem lutam, nem sofrem, nem se stressam e mesmo assim são tristes e infelizes: NÃO SONHAM! Por quê? ... Será a FELICIDADE um estado de espírito somente? Pra ser feliz, creio, bens materias, por si só, não bastam! Aliás, até atrapalham. A Felicidade realmente é algo intrínseco, que está dentro de nós, no fundo das nossas consciências e que se manifesta a partir do momento que nós nos dispomos a AMAR e a fazer o BEM ao próximo. Ter a paz de consciência pelo dever cumprido, é o elemento mais importande na composição da FELICIDADE PESSOAL. Somos felizes na medida em que praticamos o AMOR em função do outro. O sonho de ser feliz, realiza-se amando! O AMOR é o eterno aprendizado da FELICIDADE! Rodrigo.
zito de tanquinho | março 19, 2010 às 20h29
oi virginia eu sou ocontador de historia da lanchonete em tanquinho ba virginia eu nao vi minhas foto
Virginia de Medeiros 02.abr 12:07 - Zito, demorei de postar suas fotos, estava na roça sem acesso a internet. Agora estou em São Paulo, ajeitando o bolg e organizando a exposição que vai ser no dia 1 de maio. Obrigada pela atenção, um abraço forte.
RODRIGO | março 19, 2010 às 16h10
O DIÁLOGO ENTRE A PREPOTÊNCIA E A HUMILDADE "Quem tu pensas que és, responda-me?" Perguntou a toda mandona e cheia de empáfia, a velha e chata Sra. chamada: PREPOTÊNCIA. "Eu não sou ninguém!" Respondeu, mansamente, a simples e sensata Senhora a HUMILDADE e acrescentou ainda: "eu sou apenas, o que sou, o que penso, o que faço e nada mais!" "E o que tu és, o que pensas e o que fazes?" Perguntou-lhe a chatíssima senhora. Ao que a outra, tranquilamente, respondeu: "Eu sou o que tu não és ou o que não procuras ser": "ou seja, eu tento ser, sempre, a COERÊNCIA, O RESPEITO E A DIGNIDADE." A PREPOTÊNCIA, imediatamente, retrucou: "eu sou melhor do que você:" "Eu sou a FORÇA da TIRANIA, o PODER das artimanhas e a SUTILEZA da traição - Eu sou a PREPOTÊNCIA!" "Tu és, apenas, a HUMILDADE, ingênua, medíocre e frágil!" "Posso lhe perguntar uma coisa?" Indagou a HUMILDADE. "Claro!" "Pergunta o que quiseres?" Respondeu a PREPOTÊNCIA. "Então, tua consciência é tranquila?" "Vives em paz?" "És feliz?" perguntou a HUMILDADE. "Lógico que sim!" Respondeu a PREPOTÊNCIA. "Mas como, se só fazes perseguir? Se só te contentas em fazer o mal e em querer impor aos outros o que não queres a ti?" "Definitivamente, ao contrário do que afirmas, te digo: não és feliz!" "Enganas a ti mesma, dizendo que és, mas não és feliz!" "E tu, és feliz?" Quis saber a PREPOTÊNCIA. "Não!" Respondeu, enfaticamente, a HUMILDADE. "Ué! "Porque então não és feliz?" "Ora, como posso ser feliz sabendo que existe alguém tão pobre de espírito e infeliz como você!" Respondeu, mansamente, a HUMILDADE, que calmamente virou-se e foi-se embora. Moral da história: A HUMILDADE É A VIRTUDE DOS QUE SABEM SER TOLERANTES, RESPEITAR O OUTRO, COMPREENDER, PERDOAR E NÃO SER PRESUNÇOSO. EM SUMA: SER ALGUÉM QUE PODE, SIMPLESMENTE E SEM ALARDE, FAZER A GRANDE DIFERENÇA." Um abraço a todos.
RODRIGO | março 19, 2010 às 15h28
O AMOR! Silêncio. A angústia exaustiva, enerva-me a mente, stressa-me o corpo e faz-me entristecer. Parem todos os movimentos, aprisionem toda a poesia estancada na alma, calem-se as vozes, mas, por favor, não me deixem morrer! Tirem-me as alegrias, o brilho do olhar, o sorriso, toda a esperança, mas, por favor, deixem-me viver! Eu preciso viver! E para viver, o AMOR é a única coisa que não me pode faltar. Por favor, não me tirem o AMOR! Rodrigo.
RODRIGO | março 13, 2010 às 00h38
"Nada no mundo existe que não mude, que não se acabe e que não morra. Tudo muda, tudo se acaba e tudo morre. O homem na sua falibilidade e efemeridade existencial, comete erros, falhas, imprecisões, enganos... Erros que vão desde uma simples palavra ou ação, até às coisas mais sofisticadas e complexas. Tudo que o homem faz ou cria, é passível de EQUÍVOCOS e IMPERFEIÇÕES. Há deslizes em tudo o que fazemos na vida! Falhamos nos relacionamentos humanos, amorosos, na ciência, no conhecimento, na cultura, na técnica, nas engenhosidades eletrônicas, nas descobertas científicas... Enfim, falhamos em tudo! ... Nada que temos ou fazemos é PERFEITO! Nem ETERNO! Embora muitos se achem perfeitos e eternos! Mas só até o dia em que, de repente, a MORTE VEM e os REDUZ A PÓ! ... SOMOS TODOS SERES HUMANOS, FRÁGEIS, MORTAIS E IMPERFEITOS! Onde está o poder? A glória e a perfeição, onde estão? ... A vida passa. Nada fica. Morrem as coisas, morre o homem, com ele, os sentimentos, os desejos, as vontades, o orgulho, a arrogância, as paixões, a prepotência, as presunções, os sonhos, o amor, o ódio ... MORRE TUDO! NADA PERMANECE! SÓ O TEMPO NA SUA DINÂMICA PERFEITA E CONTÍNUA É ETERNO E IMUTÁVEL! E o sertanejo é TEMPO, é força bruta, dinâmica, contínua e imutável, que não morre jamais, porque a sua saga e a sua bravura se escrevem com as tintas vermelhas do tempo, escritas nas muralhas indestrutíveis da eternidade! A força da crença do homem sertanejo não tem limites e se confunde com a dimensão e a perenidade das terras esturricadas dos confins, onde a vida é áspera e o clima é hostil." Rodrigo.
RODRIGO | março 10, 2010 às 23h53
Homens esquálidos, famintos, sofridos caminham sem rumo, sem teto, sem água fugindo da fome, da sede, da mágoa e das secas vorazes que violentam os sentidos! Rodrigo.
karina | março 10, 2010 às 20h33
é muita poesia!
Virginia de Medeiros 12.mar 12:12 - Karina irriga, pra flori. Aqui os mandacarus estão em flor, menina. A água doce é da chuva, os tanques aparam a água da cuminheira do telhado, orgulho danado. Há necessidade e poesia neste gesto. Necessidade porque das torneiras só água salgada e poesia pela estima.
Joilma | março 08, 2010 às 21h49
Estou encantada com a criatividade do blog. Várzea da Roça espra o projeto de braços abertos. Espero que não demore de chegar e tarde a sair daqui. Abraços
Virginia de Medeiros 10.mar 08:02 - Joilma, estou em Riachão. Estive em Pé de Serra, Nova Fátima e hoje vou para Gavião. O cronograma esta suspenso em pro do aprofundamento dos encontros e, também, porque Catarina quebra seeempre! Ontem eu iria para Gavião, mas Catarina foi parar na oficina, faltou freio e buzina. Não quero desistir das cidades que faltam, mas temo pelo tempo que é pouco. Beijos.
Maurício Topal | março 08, 2010 às 21h37
Que surpresa boa entrar neste espaço e ser envolvido por estas informações visuais, sonoras e escritas sobre seu projeto. Um trabalho de uma personalidade sensível e talentosa. Parabéns!
Virginia de Medeiros 10.mar 08:03 - Valeu, Topal! A gente se encontra em São Paulo. Acredito que a mostra vai ser no dia 08 de maio. Pouco tempo para tanto...
Marcelo | março 08, 2010 às 11h41
Ser Tão de nós, dos confins do Brasil. Sucesso e sorte no seu projeto!
Virginia de Medeiros 10.mar 08:06 - Eu não sou muito boa em Blog, não. Mas estou achando tão bonitos os comentários. Fico lendo e relendo, sem saber direito o que dizer. Obrigada, Marcelo.
Severino Garcia de Oliveira (Rodrigo) | março 08, 2010 às 00h48
Parabéns, Gina, pelo seu projeto cultural! Aliás, é no Nordeste, principalmente nos confins dos nossos sertões, onde estão as mais representativas formas de cultura, rica de costumes, cheias de contrastes e de fenômenos socias. A saga do povo nordestino nos sertões é feita de bravuras, persistência, audácia e sofrimento também. "O SERTANEJO É ANTES DE TUDO UM FORTE!" Já disse EUCLIDES DA CUNHA no seu livro "OS SERTÕES", se referindo a ousadia do homem, ante as cruezas das secas. Eu só acrescento ainda a essa afirmação euclidiana que, além de forte o sertanejo é TEIMOSO também. rs. Meus Parabéns, Gina, mais uma vez, por tão bela inciativa cultural! PARABÉNS, MESMO! Um abraço. Do primo, Rodrigo.
Virginia de Medeiros 10.mar 08:07 - Obrigada, Rodrigo! Bom tê-lo aqui.
Valbea | março 07, 2010 às 20h33
Oi Virginia, a ARTE está lhe transportando até os confins do sertão, numa viagem encantadora onde o seu trabalho lhe realiza a cada dia. Você vai longe!! Te amo, sua mãe(mimi)
Virginia de Medeiros 10.mar 08:08 - Mimi, estamos conhecendo pessoas muito dispostas, generosas e que gostam de muito de falar. Te amo.
mari | março 07, 2010 às 19h01
Menina, se eu já tinha me encantado pela idéia do projeto quando você me disse, olhando isso aqui agora nem sei o que dizer. Boniteza demais. Espero ver você na volta pra ouvir um gostinho disso aí. Beijo e axé, M.
Virginia de Medeiros 10.mar 08:10 - Será que a gente vai conseguir se ver?! Adoraria. Beijos
Nelson Neto | março 06, 2010 às 21h57
tô a agradecer e admirar, essa empreitada do sertão, cada conto uma alucinação, cada causo um devaneiar. Estorias pra boi dormir e pra gente acordar. E num acaba ai não, se tem gente a falar, tem universo em contrução... Bjos saudosos do sobrinho neto, que tambem ja foi sabão. que era de mula, mas de coração.
Virginia de Medeiros 10.mar 08:11 - "Estórias pra boi dormir e gente acordar." Que bonito, Neto! Esta frase chega no coração do trabalho e, claro, no meu. Beijos da sua tia que te admira demais.
Marcia | março 05, 2010 às 00h43
Virginia, lendo os textos, vendo as fotos, ao som dessa música do mestre Eolmar, já me toca alma, num aliso de marear meus olhos... a estrada, o horizonte que se avista dela só diz: segue, sempre... um abraço bem forte!
Virginia de Medeiros 05.mar 12:08 - Mareia, mareia... eu mareada. Encosta.
Monique | março 03, 2010 às 21h22
Brincando com os versos do poeta Galvão. Dê um rolê e você vai ouvir - Faz, ô menina mais, seguindo seu caminho. Como um malandro, um moleque do Brasil, caia na estrada e perigas ver. E lá, pela lei natural dos encontros, deixe e receba um tanto, andando e pensando sempre com mais de um. Abra um parêntese, não esqueça, Deus dá o frio e o freio conforme a lona. Com jeito vai, ô menina, peça e dê esmolas, Mas vá com jeito, menina, não deixe ninguém ver sua sacola. Boa sorte, sempre!
Virginia de Medeiros 05.mar 12:05 - Nique, que dose boa de vigor! Um beijo alucinado, obrigada.
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